
Pois é... Apagão quase em todo país ontem à noite. No momento, polivalente que sou (hahaha), fazia três coisas ao mesmo tempo: buscava na internet informações para preparação de um trabalho da faculdade, sobre "Manual deBoas Práticas para Serviços de Alimentação", teclava no MSN e ainda conversava com um irmão que estava em minha casa e preparava-se para ir ao banho.
De repente, numa ação inversa ao "Fiat Lux", pronunciado por Deus, num dos sete "dias da criação", fez-se o breu, a escuridão, que aqui em Recife, durou cerca de 40 minutos.
Naqueles momentos, alheio à informação de que o apagão havia sido em boa parte do país. Alheio ainda às consequências para milhares e milhares de pessoas presas em elevadores, presas no trânsito, impossibilitadas de tomar trens e metrôs, em salas de cirurgia, bebês em incubadoras, acidentes de trânsito e, enfim, o caos, eu parei e olhei o céu. Isso mesmo: olhei o céu.
Deitado num sofá e meu irmão sentado ao lado, abrimos a janela da sala e por ela, vi o céu estrelado daquela noite, coisa incomum e difícil de ser observada nas grandes cidades.
Naqueles momentos falamos sobre o céu estrelado, sobre família, sobre amigos... Especulamos sobre as causas daquele apagão. Enfim, paramos para conversar. Outra coisa rara de se fazer nos dias atuais.
Não é à tôa, que sempre afirmo e reafirmo: "Nada da vida é totalmente bom, nem totalmente ruim. O que muda é apenas a intensidade de um ou de outro".
De repente, numa ação inversa ao "Fiat Lux", pronunciado por Deus, num dos sete "dias da criação", fez-se o breu, a escuridão, que aqui em Recife, durou cerca de 40 minutos.
Naqueles momentos, alheio à informação de que o apagão havia sido em boa parte do país. Alheio ainda às consequências para milhares e milhares de pessoas presas em elevadores, presas no trânsito, impossibilitadas de tomar trens e metrôs, em salas de cirurgia, bebês em incubadoras, acidentes de trânsito e, enfim, o caos, eu parei e olhei o céu. Isso mesmo: olhei o céu.
Deitado num sofá e meu irmão sentado ao lado, abrimos a janela da sala e por ela, vi o céu estrelado daquela noite, coisa incomum e difícil de ser observada nas grandes cidades.
Naqueles momentos falamos sobre o céu estrelado, sobre família, sobre amigos... Especulamos sobre as causas daquele apagão. Enfim, paramos para conversar. Outra coisa rara de se fazer nos dias atuais.
Não é à tôa, que sempre afirmo e reafirmo: "Nada da vida é totalmente bom, nem totalmente ruim. O que muda é apenas a intensidade de um ou de outro".
Recife - PE

6 comentários:
Muito bonito! Não tinha parado para pensar dessa forma. Quando sou be do apagão estava em casa e todos já dormiam. Na hora apenas me preocupei em como seria o dia seguinte no estágio. Afinal jornalismo influi em tudo. No twitter todos postavam sobre o assunto indignados com a perda da energia por causa da internet. De fato a matéria me fez ter uma outra visão. Exitem males que podem vir pra bem! Parabéns! Muito bem escrita!!
Lindo!
Se estivesse aqui, teria conversado bem mais... já que não tivemos a mesma sorte que vocês, será por ser Recife a capital mundial da cosmopoliticidade?rs
"Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas."
Amo esse poema, decoradinho....rsrs
"Dilma 2010 APAGUE essa idéia!"
Agostinho,
Você, até para falar de coisas como é essa, é sublime.
Parabéns!
Adir
Meu Querido Amigo do Coração
Saudades...
Teu Blog como sempre mais do que sublime... todos os temas traçados... analisados... comentados no dia...
Mas o Apagão... este esta maravilhoso... pois mostraste lados positivos... risos...
Tempo para conversar... ver estrelas...
TeAmo
Bjs.
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