quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

O menino de ouro



Assunto de todas as bocas e de todos os jornais, deixei para opinar sobre ele, quando tivesse passado o calor de seu auge.

Trata-se do grande "imbloglio" a que foi submetido o menino Sean Goldman, que, com certeza, carregará consigo por toda vida, sabe Deus com que consequências psicológicas, as sequelas da hercúlea luta movida por seu pai, contra a avó materna, pela sua guarda.

Não vou me ater à disputa entre mãe e pai, quando a mesma ainda era viva, porque ambos tinham direitos sobre o filho. Porém à partir da morte da mãe, brincadeira do destino, não haveria mais o que se discutir sobre quem teria direito à guarda da criança: o pai!

Se houvessem indícios de que ele seria um pai inadequado, até apoiaria o pleito da família brasileira, o que não era o caso.

Mais uma vez a titubeante justiça brasileira, deu sinais claros da incompetência de muitos juízes, movidos, sabe Deus, por que motivaçõe$, dando sentenças díspares e incongruentes, demonstrando a panacéia que paira como uma nuvem negra sobre nossas cabeças, quando se trata de "fazer justiça".

Ontem tomei conhecimento que a avó, que mais parece a bruxa má das histórias infantis, decidiu tentar garantir na justiça, visitas regulares ao garoto. Eu, particularmente, no lugar de pai, não permitiria essas visitas.

E digo ainda, que apoio integralmente a intenção do pai, de processar a família brasileira, para se ressarcir dos gastos processuais, estimados em meio milhão de dólares.

O que vale, por enquanto, é que se fez justiça com a entrega do filho ao pai, mesmo com o espetáculo grotesco de exposição da criança, patrocinado por quem diz amá-lo.


Recife - PE
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