quarta-feira, 13 de abril de 2011

Que tal um plebiscito para saber se queremos Senado?



Aproveitando-se da fase de comoção nacional causada pelo louco, autor da chacina na escola do Rio de Janeiro, josé sarney apressou-se em propor a realização de um plebiscito para que o povo brasileiro decida se deseja ou não, a proibição do comércio legal de armas.

Quando esses malandros querem fazer alguma lei que prejudicam os cidadãos, por acaso fazem plebiscito? E para a moralização imposta pela chamada "Lei da Ficha Limpa", nascida do povo, por acaso a vontade popular foi respeitada?

O próprio sarney, numa reunião do então PDS, partido seu e do maluf, compareceu a uma reunião do partido, com um revólver na cintura. O que mudou então? Ou é mesmo apenas oportunismo? Que tal um plebiscito para o povo decidir se querem um Senado?

Lógico que o comércio de armas deve ser proibido. Lógico que a polícia precisa de mais eficiência no desarmamento. Mas é ainda mais lógico que o culpado por toda essa violência é a sensação de "terra de ninguém" que paira no ar em nosso país; onde a corrupção é algo incorporado à paisagem nacional e nem causa mais reações populares; onde esses mesmo políticos roubam, corrompem, mentem, legislam em causa própria.

Proibam de vez o comércio de armas e estamos conversados! Não desviem nosso dinheiro com esse plebiscito. Nos poupem! Trabalhem!

Sabemos ainda que a única possibilidade de diminuição da violência é a disseminação de uma "Cultura de Paz", em contraposição a essa "Cultura de Morte" que impera nas famílias, nas escolas e nos meios de comunicação, alimentada pela corrupção desses oportunistas e o descaso de todos nós cidadãos e eleitores, que a cada dia perdemos a capacidade de indignação!

Indigna nação!



Cabo de Santo Agostinho - PE

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