segunda-feira, 23 de maio de 2011

O certo é ser errado!


Muitos dirão que é "o fim dos tempos", outros ainda que é um sinal de modernidade, de avanços sociais, de inclusão...

Seja como for, fatos são fatos e não podem ser negados. Particularmente sou a favor de que pessoas do mesmo sexo, que vivem juntas e que construiram patrimônio, usufruam automaticamente dos mesmos direitos que os casais heteros em questões de herança. Também sou favorável a pagamento de pensão previdenciária, dependência em planos de saúde e tantos outros direitos civis. Porém, por uma questão de consciência, não sou favorável à adoção de filhos por parceiros homossexuais.

Mas há um direito fundamental que é inerente a qualquer ser humano, seja ele hetero ou homossexual, preto ou branco, rico ou pobre, velho ou criança, europeu ou africano... Que é o direito ao respeito por suas escolhas, sem que isso implique em homofobia, em discriminação, em segregação, em violência. O respeito entre os seres humanos é uma "pedra angular", base de todo e qualquer relacionamento.

Porém o Ministério da Educação, aparelhado por correntes que acham correto ensinar pessoas a falar erradamente a nossa língua pátria, também acham correto financiar um material supostamente didático, para ser exibido nas escolas públicas de todo país, para crianças de 7 a 10 anos, para, em tese, criar consciência nessa faixa etária, contra a homofobia. Porém, o que se ver no material onde, através de ONG´s (sempre elas), o MEC gastou mais de R$ 3 milhões, nada mais é que um material de propaganda da homossexualidade.

O chamado "Kit gay", é composto por vários filmetes que mostram cenas de beijos entre mulheres e que, segundo um diretor do MEC, a discussão antes da produção era a de decidir "até onde a língua poderia entrar na boca da outra". Há ainda cena de beijos entre meninos, outro de um transexual que reinvidica o direito de usar o banheiro feminino.

Num país onde a professora Amanda Gurgel, do Rio Grande do Norte, virou hit na internet, por conta de um discurso onde mostra as péssimas condições dos professores no seu estado, que não é diferente em nenhum estado do país, o MEC se preocupa em investir em cartilhas que ensinam que "o errado é certo" e que um papel que deveria ser assumido pelas famílias, com relação a sexualidade, seja assumido de forma deturpada pelas escolas públicas.

E o pior é que ninguém assume o onus de repor aos cofres públicos, esse dinheiro tal mal usado.

A sociedade e o Ministério Público, precisa assumir seu papel contra mais essa patifaria desse (des)governo dilma.



São Paulo - SP
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