sábado, 31 de dezembro de 2011

Pronto, falei!


Chega o último dia do ano e com ele, as comemorações, festas, bebidas, comilança, consumismo e os inevitáveis votos de "feliz ano novo".

Costumo dizer que não dou importância a isso. A única diferença em relação a um "mês novo" e um "ano novo" é que, ao invés de virar a folhinha, jogamos fora um calendário e o substituímos por outro.

Esses dias presenciei um diálogo de um amigo com outro seu amigo, preparando a festa do reveillon num determinado camarote. Ele recomendava: "- Não leve nenhuma comida que venha de baixo da terra, que é para não dá azar. Só coisas que nascem em cima da terra".

Acho as superstições particularmente engraçadas. O que muda na vida se você romper o ano de roxo, preto, azul, amarelo ou até mesmo nu? O que muda se você come alimento A ou alimento B? O que vai alterar a ordem do universo se você pular ou não pular, "as sete ondinhas", no mar?

A vida espera ansiosa que as pessoas mudem sim. Que mudem suas próprias atitudes, que ajam SEMPRE com honestidade, que ponham em prática os seus princípios.

Daí sim, não apenas o ano será novo, mas também o momento, o dia, a semana, o mês, o ano, a década, o século...

Fico com o poeta maior, Carlos Drummond, que diz que "o último dia do tempo, não é o última dia de tudo".

Então, sejamos e construamos momentos e dias felizes, AGORA!



Recife - PE
Comentários
1 Comentários

1 comentários:

Anônimo disse...

Concordo plenamente com tudo que você falou!
Penso da mesma forma.
Essas superstições são uma bobagem.
Nossas atitudes é que fazem a diferença!
Abraços e feliz ano novo!
Maykel Campos

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