quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Porque fabricamos "ídolos de pano"?

Sempre que posso e tenho certeza da receptividade, dou livros de presentes. E como leitor voraz, que às vezes lê até dois livros ao mesmo tempo, geralmente os compro. Há uma disputa equilibrada no meu orçamento para gastos com vinhos e livros, duas grandes paixões.

Mas com grande alegria, esse mês ganhei um livro de uma grande amiga.

Sou meio cético com best-sellers em geral e por isso nunca tive a curiosidade de sequer tentar me informar sobre a série "O Vendedor de Sonhos", de Augusto Cury. Mas como ganhei o livro e como ele havia sido motivo de conversa com outra amiga no dia anterior, resolvi começar a leitura. Ganhei o segundo da série, "A revolução dos anônimos".

Li apenas o primeiro capítulo, mas a leitura fluiu muito bem e o assunto é bem envolvente.

Mas me prendi com um trecho da página 22, que gostaria de reproduzir abaixo e propor uma reflexão em cima, inclusive, da postagem do dia de ontem, bem como para muitos momentos de nossas vidas. Diz o texto:

"- Os que vivem à margem dos holofotes da mídia, os trabalhadores anônimos que lutam para sobreviver, os profissionais de saúde que salvam vidas, os operários que manufaturam, os que removem entulhos são estrelas no teatro social. Mas, desprezando tais heróis, o sistema pinça seres humanos sem nenhum valor maior que eles e os fabrica como celebridades. Uma sociedade que despreza a massa de humanos e promove celebridades é emocionalmente infantil e doente."


Recife - PE
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