sábado, 7 de janeiro de 2012

Porque hoje é sábado!


Fere de leve a frase... E esquece... Nada
Convém que se repita...
só em linguagem amorosa agrada
A mesma coisa cem mil vezes dita

(Do Estilo)



Passa nuvens, passa estrela,
Passa a lua na janela...

Sem mais cuidados na terra,
Preguei meus olhos no Céu.

E o meu quarto, pela noite
Imensa e triste, navega...

Deito-me ao fundo do barco,
Sob os silêncios do Céu.

Adeus, Cidade Maldita,
Que lá se vai o teu Poeta.

Adeus para sempre, Amigos...
Vou sepultar-me no Céu!

(Canção da Janela Aberta)



Poemas de Mário Quintana


Recife - PE
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