sábado, 31 de março de 2012

Porque hoje é sábado!


Para encerrar com chave de ouro, a semana que teve um dia dedicado ao circo, homenageando todos nós, os "palhaços do Circo Brasil" e para lamentar a semana em que o Brasil ficou profundamente mais pobre intelectualmente, vai mais umas frases de Millor Fernandes, para nossa reflexão e ação.

O homem é o câncer da natureza.
O cadáver é que é o produto final. Nós somos apenas a matéria prima.
O homem é o único animal que ri. E é rindo que ele mostra o animal que é.
O preço da fidelidade é a eterna vigilância.
Não existe o tempo. Existe o passar do tempo.
Livre como um táxi.
Como são admiráveis as pessoas que não conhecemos muito bem.
Não adianta prever males futuros. Batatas apodrecem.
Eu sei sempre do que é que estou falando. Tirando isso não sei mais nada.

Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados.
O homem é um animal inviável.
Brasil, condenado à esperança.
Eu sou do tempo em que o homem é quem tinha ereção.
Arte é intriga.
Para bom entendedor meia palavra basta. Entendeu ...ecil?
Baiano só tem pânico no dia seguinte.
O dinheiro não é tudo. Tudo é a falta de dinheiro.
Todo homem nasce original e morre plágio.
Ontem, ontem tinha agá, hoje não tem. Hoje ontem tinha agá e hoje, como ontem, também tem.
Idem, que economia de palavras!
Ás vezes você está discutindo com um imbecil... e ele também.

Eu também não sou um homem livre. Mas muito poucos estiveram tão perto.
A esperança tem que ter a audácia do desespero.
Fobia é um medo com PhD.
O acaso é uma besteira de Deus.
A probidade não tem cúmplices.
O psicanalista é o íntimo do âmago.
O otimista não sabe o que o espera.

São Paulo - SP
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