segunda-feira, 1 de abril de 2013

Guerra "santa"?


Democracia incipiente, onde os cidadãos não têm consciência de seus direitos, nem colocam em prática os seus deveres, aliado à situação de partidos políticos fracos, com líderes fortes e corruptos, não poderia dar em algo diferente do que estamos assistindo em nosso país. E o que estamos, de fato assistindo: um partido fortalecido porque está no poder, cujos chefes e membros mentem, roubam e corrompem, para manter-se nesse poder, apoiado por bajuladores, por todo o tipo de criminosos e por uma massa "irresponsável" e "iletrada politicamente"... Bancadas legislativas dominadas por grupos que defendem unicamente seus interesses: evangélicos, católicos, pecuaristas, sindicalistas, raciais, homossexuais, etc., que se reúnem, independente de partidos e ideologias, a favor de seus interesses legítimos ou escusos... Casas legislativas e poderes executivos, dominado por toda sorte de malfeitores, muito deles processados ou até mesmo condenados, mas nunca presos nem alijados da vida pública.

Não poderia dar em mais nada que essa "guerra fraticida" que somos obrigados a tomar conhecimento e muitas vezes nos embrenharmos nela, contra ou à favor de homossexuais, contra ou à favor ao aborto; ser preto ou ser branco; a ditadura do "politicamente correto", e por aí vai... Onde vamos parar dessa forma? Vamos pegar em armas para defender nossos pontos de vista?

Feliciano é um mal não por ser evangélico. Mas sim porque é uma pessoa mal intencionada, um racista, um mistificador, um "vendedor de ilusões". Há inúmeras pessoas boas e honestas entre os evangélicos, assim como há entre católicos, muçulmanos, budistas, agnósticos e ateus.

O que falta à humanidade, em minha humilde opinião, é respeito, tolerância e compaixão, pelo outro; pelo próximo. E isso independe de raça, religião, opção sexual, gênero.

Há uma máxima a qual é chamada de "Regra de Ouro" e que pode ser praticada por todos os seres humanos, tenham ele ou não uma crença religiosa ou seja em que religião acredite: "Fazer ao outro (o irmão), o que gostaria que fosse feito a mim próprio". Ah, se essa regra fosse seguida. Não haveriam as guerras, as brigas de vizinhos, os assassinatos, os acidentes irresponsáveis no trânsito, a falta de amor à natureza, os "infelizcianos" e todos os maus políticos.

Não custa tentar! Não custa sonhar!

Recife - PE


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